Consumo levado ao extremo

Existe um filme interessante para nos ajudar a entender as consequências de uma vida consumista, principalmente quando levada ao extremo. O nome do filme é “Amor por contrato”. O filme conta a história de uma família aparentemente perfeita e de sucesso, que vive para causar inveja em seus vizinhos, por causa de seu estilo de vida. No entanto, eles não são uma família normal, mas funcionários da empresa LifeImage que está lançado uma nova estratégia de marketing.

O filme, com participação de Demi Moore e David Duchovny, cujo o gênero está entre uma comédia romântica e um drama, conta a história dessa célula empresarial, revestida com a áurea de uma família bonita, popular e confiante, cujo principal objetivo é influenciar outras famílias a comprarem os produtos que divulgam.

A estratégia básica utilizada pela empresa é a inserção dessas famílias de “mentirinha” em mercados de luxo, com o intuito de dar vida a seus produtos, ou seja, dar visibilidade a esses produtos de modo que os seus vizinho sintam a necessidade de ter e comprar esses produtos.

Para influenciar os vizinhos, a casa dessa célula empresarial é luxuosa e repleta de aparelhos sofisticados e de última geração. Até quando dão festas fazem meticulosa propaganda dos itens que estão sendo servidos. Todo esse processo vai de uma simples camiseta até acessórios para prática esportiva e veículos.

Naturalmente, essa estratégia desperta a inveja de todas as pessoas. E, como consequência as vendas dos produtos começam a aumentar naquela região, e os funcionários da LifeImage ganham seus pontos e comissões por isso.

Com esse pano de fundo, acontece algo inesperado com um dos vizinhos (Gary Cole) que, ao tentar loucamente se igualar aos novos moradores, chega ao extremo de um estilo de vida consumista.

O fato é que o filme retrata, de uma forma extrema, o que muita gente vive hoje em dia (eu até acho que o filme poderia se aprofundar no assunto, mas infelizmente, se debandou para algo clichê). A maioria das pessoas compram as coisas, não somente por necessidade ou utilidade, mas por influência de seus vizinhos e colegas de trabalho. Querem ter o que o outro tem para não ficar por baixo e, por conta disso, acabam se endividando e se tornando escravas de seu estilo de vida consumista e fútil, desenvolvendo todo tipo de somatização.

Ao assistir o filme preste atenção na forma de agir da empresa e a consequência daquele vizinho que chegou ao extremo e tenha a coragem de comparar com a sua vida, seus parentes, vizinhos e amigos. Você verá que essa doença chamada consumismo está espalhada em todos os lugares.

Por hoje é só, alugue (e não compre) o filme e divirta-se.

Um abraço a todos e fiquem na paz!

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4 opiniões sobre “Consumo levado ao extremo

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